Apesar de ser um paraíso, Quatipurú Mirim sofre por falta de água potável

26/10/2018

Reportagem de

 

Quatipurú Mirim está há quase 35 quilômetros do município de Bragança, mas pertence a Tracuateua, nordeste do Pará.

 

Na comunidade moram um pouco mais de 1 mil pessoas e a pesca é o principal meio de subsistência. Para chegar a ilha, só por meio de embarcação.

 

Aqui a tranquilidade prospera e torna Quatipuru Mirim um lugar ideal de se viver.

 

Nesta pequena escola estudam 13 crianças. Dá pra ver pelo empenho de cada uma que o ensino é repassado com muito amor.

 

Nesta casa humilde, mora o casal Francisca da Costa, a dona Chicota, de 77 anos, e seu Raimundo Espírito Santo. Um casal maravilhoso.

 

Dona Chicota viveu a vida dela construindo vasilhames de argila. Mas hoje está impossibilitada por um problema de visão.

 

Em Quatipurú Mirim, falta saneamento básico. Mas o maior entrave é justamente a água potável. Os moradores precisam sair da comunidade todos os dias para pegar o produto, por meio de embarcação, no Porto da Alemanha, há 45 minutos dali. Se não for assim, por medida própria, eles não têm o que beber.

 

Na gestão anterior a prefeitura fazia a distribuição, mas nos últimos anos são os moradores que tem que se virar.

E quando falta o líquido, vizinho empresta pra vizinho.

 

Lourival Pereira Portilho nasceu em Quatipurú, ele tem 71 anos. E lamenta que o problema exista, além de outros. Apesar das dificuldades, ele não troca a comunidade por nada e espera por dias melhores.

 

Comida é o que não falta. Bateu a fome, é só ir logo ali.

 

O local é bom demais de se viver, as pessoas são carismáticas, recebem sempre bem os visitantes, não foi diferente conosco. Um churrasquinho, não foi nada mal.

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