Acusado da morte de Petrus, Sérgio Barata passa por júri popular 10 anos após o crime

13/11/2018

Reportagem de

 

Denunciado pelo Ministério Público como único acusado da morte do garoto Petrus Maia, o ex-oficial de justiça, Antônio Sérgio Barata da Silva, de 58 anos, senta no banco de réus, na Comarca de Bragança, nordeste do Pará, nesta terça-feira, 13, para julgamento popular.

 

O crime ocorreu em abril de 2008, e justamente 10 anos após, Sérgio Barata passa por julgamento.

De 25 jurados, 7 foram sorteados: quatro homens e três mulheres.

 

Na acusação estão os promotores de justiça Bruno Beckembauer e Daniel Barros. Em favor do acusado o defensor público Renan França.

 

O julgamento começou por volta de 9 da manhã, as primeiras testemunhas ouvidas foram a irmã de Petrus, que na época tinha 10 anos, o primo, que tinha 11 e a mãe, que antes do crime teve um envolvimento amistoso com o acusado.

 

Até o final do julgamento, poderão ser ouvidos 16 testemunhas de acusações e 5 de defesas do réu.

 

Um dos pontos do processo é de que o acusado pode ter agido por vingança. Ele teria sequestrado o menino de sua residência, em 19 de abril. O corpo de Petrus foi encontrado dois dias depois, em um lago conhecido por Buracão, localizado na PA 458, nas mediações de Bacuriteua, interior de Bragança.

 

O julgamento está sendo presidido pela juiz da comarca de Bragança Cinthia Beltrão Gomes.

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