Ministério Púbico oferece denúncia a justiça sobre o caso Jairo Sousa

25/01/2019

Reportagem de

 

Após investigação sobre o crime do radialista Jairo Sousa, ocorrido na manhã do dia 21 de junho de 2018, a Divisão de Homicídios que investiga o caso, indiciou 11 pessoas e o Ministério Público do Estado ofereceu denúncia contra José Roberto Costa de Sousa, Dione de Sousa Almeida, o vereador de Bragança César Augusto Monteiro Gonçalves, Madson Aviz de Melo, Jedson Miranda da Silva, Moisaniel Sousa da Silva (Mozar), Otacilio Antonio da Silva, Edvaldo Meirelles da Silva (Mãozona), Jadson Roberto Reis de Sousa, João Carlos Lima de Castro (Joãozinho) e Sidiny Raymond da Silva Reis, todos por participação no assassinato.

 

Consta nos autos que por volta de 4h50 da manhã, José Roberto Costa de Sousa, conhecido por “Calar”, Dione de Sousa Almeida, vulgo “Diones” e César Monteiro executaram Jairo Sousa, por motivo torpe e sem chance de defesa da vítima.

 

Segundo os autos, a vítima que chegava sempre antes das 5h para apresentar o programa “Show da Pérola”, na rádio Pérola FM, foi executado por Dione de Sousa Almeida. Jairo chegou a ser socorrido e levado a um hospital, mas não resistiu.

 

Aponta a investigação que o crime foi cometido em razão da função em que exercia. Jairo fazia sérias críticas a políticos da região bragantina, em razão de supostos desvios de verbas públicas.

 

Testemunhas afirmaram que diante da insatisfação do grupo político, a morte do radialista foi encomenda, através de uma “vaquinha” no valor de R$ 30.000,00, ao grupo de extermínio de José Roberto (Calar), cuja negociação era de responsabilidade do vereador César Monteiro.

 

Como consta nos autos, Jairo passou a ser monitorado por Calar, conforme relato de testemunha.

 

Conforme investigação houve tentativa frustrada de assassinato ocorrida em uma comunidade de Tracuateua, aonde Jairo tinha residência.

 

Consta também, que uma das testemunhas informou que César havia se encontrado com Calar em seu sítio, dias antes da morte do Radialista.

 

A investigação também cita a Torre Forte, da família de César, cuja denuncias de irregularidades eram feitas pelo radialista.

 

As investigações seguem e pessoas citadas no inquérito continuam sendo ouvidas.

 

A denúncia oferecida pelo Ministério Público consta a lista de todas as pessoas que foram ouvidas como testemunha.

 

Na lista de testemunhas que foi publicada não consta o nome da primeira dama Eliena Ramalho, da secretária de finanças Tatiana Rodrigues e nem do ex-secretário de obras Luciano Brito que foram chamados pela Divisão de homicídios.

 

Então, teriam essas pessoas sido ouvidas por serem possíveis indiciados envolvidos no crime?

 

Veja o processo na integra:

 

 

 

 

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