top of page
log sbt_favcom.png

TRÁFICO DE DROGAS: CASAL É DETIDO NA ZONA RURAL DE BRAGANÇA

  • Foto do escritor: Ruan Brito
    Ruan Brito
  • 7 de ago.
  • 2 min de leitura

Um casal foi detido por tráfico de drogas na vila do Aracuã, localizada na zona rural do município de Bragança. A ação foi resultado de uma denúncia anônima feita por moradores da comunidade, que já desconfiavam da movimentação suspeita no local.


De acordo com informações da Polícia Militar, agentes do 33º Batalhão Caeté foram até a vila e encontraram os suspeitos em uma residência. Ao perceber a chegada dos policiais, a mulher tentou fugir em direção a um quarto, que seria usado como ponto de consumo de drogas, mas foi interceptada. Durante a abordagem, os militares encontraram com ela pedras de oxi e objetos utilizados para o consumo da substância, todos escondidos na cintura.


O homem também foi revistado e, com ele, a polícia encontrou um celular contendo diversas mensagens com conteúdo relacionado à venda de entorpecentes, incluindo cobranças e negociação de valores — o que reforçou a suspeita de tráfico. Diante dos fatos, o casal recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Bragança para os procedimentos legais.


Segundo os policiais envolvidos na ação, a atuação rápida foi possível graças à colaboração da população local. A participação dos moradores é essencial para que possamos combater o tráfico de drogas, especialmente nas áreas rurais, onde o acesso é mais difícil e a fiscalização é menor.


As investigações agora seguem com a Polícia Civil, que irá apurar se o casal faz parte de uma rede maior de tráfico de drogas na região. A droga apreendida e os materiais utilizados para o consumo foram encaminhados para perícia.


A ação faz parte do esforço contínuo da segurança pública de Bragança para combater o tráfico de drogas, especialmente nas comunidades rurais, onde criminosos tentam se esconder da fiscalização. O 33º Batalhão Caeté reforça que denúncias anônimas podem ser feitas por meio do Disque-Denúncia (181), garantindo o sigilo do denunciante.

Comentários


bottom of page